Você está em: Página inicial | Hospital | Serviços | Serviço de Transplante de Órgãos e Tecidos
Cabecalho | Hospital Santa Lucinda | Transplante

Serviço de Transplante de Órgãos e Tecidos

A EQUIPE:

O Serviço de Transplante Renal do HSL está cadastrado no Ministério da Saúde e atua em parceria com o CDTR – Centro de Diálise e Transplante Renal Ltda.

São Membros da Equipe de Transplante Renal

Nefrologistas: Francisco Antonio Fernandes (coordenador) e Dr Ronaldo D’Avila.
Urologistas: Dr. Marcelo Gabaldo e Dr. Armando Radesca.

A equipe clínica de atendimento ambulatorial dos pacientes que serão transplantados ou que já foram transplantados é constituída pelos Drs. Francisco Antonio Fernandes (coordenador) e Vinícius Paulon. Além destes, os médicos do CDTR fazem o atendimento de urgência aos pacientes transplantados, quando necessário.

O serviço de Transplante Renal do Hospital Santa Lucinda tem uma equipe que funciona 24 horas por dia, dentro do Hospital Santa Lucinda, tendo como referência o CDTR - Centro de Diálise e Transplante Renal, onde estão arquivados os prontuários dos pacientes que aguardam um transplante renal. O CDTR também é responsável por todo o preparo pré-operatório, pelo acompanhamento clínico durante a internação e no pós-operatório. Aproximadamente 200 transplantes renais já foram realizados no Hospital Santa Lucinda.

O transplante renal é feito em pacientes que têm insuficiência renal crônica. Para estes pacientes, que geralmente estão em programa de diálise, o transplante é a forma de voltar a ter uma vida próxima ao normal.

O Hospital Santa Lucinda, único a fazer transplantes renais em Sorocaba e região, realiza as duas modalidades usuais de transplantes de rins:

1. Transplantes com doadores vivos – os doadores geralmente são parentes que doam um dos seus dois rins. Estes transplantes são programados. O doador e o paciente que vai receber o rim fazem os exames e são preparados para o transplante mais ou menos juntos. O rim é retirado do doador e imediatamente implantado no receptor (doente).

2. Transplantes com doadores falecidos. Os rins são doados e retirados após a morte encefálica. Diferentemente dos transplantes com doadores vivos, que são programados, os rins de doadores falecidos podem aparecer a qualquer horário e o rim a ser transplantado pode vir de qualquer cidade do estado de São Paulo e, excepcionalmente, de outros estados.

Os transplantes renais são realizados nos pacientes que fazem diálise no CDTR e estão inscritos no programa de transplante renal que atende a todo o interior do Estado de São Paulo, cuja sede é na Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto. Logo após a entrada em diálise, desde que tenham condições clínicas estáveis, todos ao pacientes são inscritos na lista única para transplante. Apenas pacientes com idade avançada, outras doenças sérias associadas ou complicações clínicas graves, não podem ser inscritos neste programa.

Para a inscrição no programa de transplante renal de doador falecido, o sangue do paciente deve ser enviado para o laboratório da central, em Ribeirão Preto, a cada três meses. Não há a necessidade do paciente ir até o laboratório. A unidade de diálise é quem providencia o envio do sangue e de todas as informações necessárias para a central de transplante.

Quando é oferecido um rim para transplante, é feito um estudo entre o sangue do doador falecido e as amostras de sangue dos receptores, que estão estocadas em Ribeirão Preto. O paciente que irá receber o rim será o que tiver a melhor compatibilidade com o doador, seguido pelo maior tempo em diálise.

Apesar de estarem inscritos no programa de doador falecido, os pacientes podem também optar por receber um rim de um doador vivo. Nestes casos, o transplante não envolve a central de transplantes de doadores falecidos.

Todos os pacientes em diálise devem saber como está sua situação no programa de transplante renal. Os pacientes do CDTR devem se orientar com a assistente social da unidade de diálise sobre como eles podem ter acesso às informações.

SAIBA MAIS SOBRE TRANSPLANTES DE RINS

1- Quem é responsável pelos transplantes em nível estadual?

O programa nacional de transplantes tem organização exemplar. Cada Estado tem uma Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNDCO) que coordena a captação e a alocação dos órgãos, baseada na fila única, estadual ou regional.

No caso de Sorocaba e região é a CNCDO II – Interior, cujo responsável é o Dr. Agenor Spallini Ferraz
Local: Hospital das Clínicas Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP. 2º andar - Ribeirão Preto – SP.
CEP: 14048-900 - Ribeirão Preto – SP
Fone: (16) 3633-1570
Fax: (16) 3633-2189
E-Mail: cncdo2@fmrp.usp.br

2- O que são as CNCDO e para que servem?

São as Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO). Foram criadas a partir da Lei no 9.434, de 04 de fevereiro de 1997 e regulamentadas pelo Decreto no 2.268, de 30 de junho de 1997. São unidades executivas das atividades do Sistema Nacional de Transplante (SNT) nos Estados e Distrito Federal, com função de:

a. Coordenar atividades de transplantes no âmbito estadual;
b. Promover a inscrição de potenciais receptores para o transplante de tecidos, órgãos e partes disponíveis, de que necessite;
c. Comunicar à Coordenação Geral do SNT as inscrições que efetuar para a organização da lista única de receptores;
d. Receber notificações de morte encefálica ou outra que enseje a retirada de tecidos, órgãos e partes para transplante, ocorrida em sua área de atuação, entre outras.

3- Qualquer hospital pode fazer transplante de rins?

Para realizar transplante é necessário credenciamento de equipe no Ministério da Saúde. Estas equipes são lideradas por médicos com especialização em nefrologia e urologia, capacitados para atender estes procedimentos de alta complexidade.

4- Quem pode fazer Transplante?

São os pacientes em tratamento de substituição da função renal: hemodiálise ou em diálise peritoneal, nas modalidades chamadas automática (DPA) e ambulatorial contínua (DPAC). Em algumas situações os indivíduos com insuficiência renal avançada, pouco antes da necessidade de iniciar alguma das formas de diálise, podem ter o transplante como opção. As principais causas de insuficiência renal crônica que levam a pessoa a precisar de diálise ou transplante são diabetes e hipertensão arterial.

5- Transplante renal dá certo?

Em mais de 80% dos casos o sucesso é garantido ao final do primeiro ano. É importante saber que transplante requer continuidade de acompanhamento médico, mas é um tratamento que melhora muito a qualidade de vida, embora nem todos os renais crônicos em diálise possam se beneficiar deste procedimento. Seu médico deve avaliar seu caso individualmente.

6- Como posso doar meus órgãos após minha morte?

Para ser doador não é necessário deixar nada por escrito, mas é fundamental comunicar à sua família o desejo da doação. Isso porque é ela quem irá decidir por você e deverá fazê-lo por escrito. No Brasil não é possível deixar esta vontade expressa legalmente.

7- Quais são os tipos de doadores de rins?

São dois: doador vivo relacionado e doador falecido.

8- Quem são doadores vivos?

Pela lei brasileira, parentes até quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Não parentes, somente com autorização judicial. Esta pessoa deve ter condições adequadas de saúde e ser avaliado por médico para realização de exames que afastem doenças capazes de comprometer sua saúde, durante ou após a doação.

9- Quem são os doadores falecidos?

Considera-se como Potencial Doador todo paciente em morte encefálica.

10- O que é morte encefálica?

Considera-se um indivíduo com morte encefálica aquele que preenche os critérios estabelecidos pela Resolução CFM Nº 1480/97, devendo ser esta morte registrada em prontuário. Esta resolução pode ser acessada na íntegra no site:
http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/CFM/1997/1480_1997.htm

11- Quanto custa um transplante e quem custeia?

A maioria dos transplantes (mais de 80%) é realizado pelo SUS – Sistema Único de Saúde. Dependendo do tipo o SUS paga entre R$ 20 mil e R$ 30 mil para custear cada transplante renal, incluindo honorários médicos dos cirurgiões e anestesistas; acompanhamento clínico do nefrologista, serviços hospitalares de hotelaria, exames de laboratório e de imagem, enfim, é pago um “pacote”.

12- Onde posso ter mais informações?

http://www.abto.org.br

http://www.sbn.org.br

http://aplicacao.saude.gov.br/transplantes

PUC-SP | Fundação São Paulo - logo

Hospital Santa Lucinda
Rua Cláudio Manoel da Costa, 57 - Jd. Vergueiro
Sorocaba - SP | ver mapa de localização

Telefone: (15) 3212.9900
FAX HSL: (15) 3212.9815 ou (15) 3212.9900 Ramal 9600